

Izabella
Cristina (Izah), 17 anos, carioca, Aquariana,
Católica, torcedora fanática do Fluminense, estudante, sonha em ser
bióloga, ansiosa, atrapalhada, implicante, meia dramática :p , amorosa, amiga,
sensível demais (não
sou emo) parceira, um
"pouquinho" marrenta... Adora falar, dançar, dizer coisas sem graça mas
que acaba tendo graça, gastar... Odeia falta de personalidade,
pessimismo, que fale cuspindo ou encostando, falsidade...
Não leva a vida tão a sério e ri até quando
não deve.
Hehe essa sou eu XD



Nasceu no dia 10 de
setembro de 2006, o título foi escolhido pelo destino, já veio em um
lay free e como foi primeiro blog e
primeiro lay que eu usei decidi ficar com o nome porque eu gostei mesmo...
Posto
coisas que interessem ao meu gosto e de alguma pessoas que já me acompanham
durante esses 3 anos... Críticas,
elogios e sugestões sempre serão bem-vindas. Esse é o
Angel Sweet !


Awards ganhos
Prêmios ganhos
Presentes ganhos
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Obrigada pela visita, espero que tenha feito bom proveito... Volte sempre e não se esqueça de comentar antes de sair ! Beijoo *-*

As duas vizinhas
Havia duas vizinhas que viviam em pé de guerra.
Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa.
Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria:
- Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.
Dona Clotilde, na hora estranhou a atitude da velha rival, e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando:
- Essa dona Maria não me engana, está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato.
Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.
Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca."Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente.
Vamos ver se ela vai gostar dessa". Mandou a empregada levar o presente a casa da rival, com um bilhete: "Aceito sua proposta de paz e para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente".
Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou. Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá. Alguns dias depois dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.
— É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou!
Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a seguinte mensagem:
"Estas flores é o que te ofereço em prova da minha amizade.
Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim.
AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA".

* Postado por: Bella às 08:46 PM ABORTO Não sei porque, eu só sinto vontade de gritar e pular dentro de seu ventre e mamãe só sente vontade de chorar. Não sei porque, mamãe não me quer, se eu não tenho nada contra ela, eu a amo. Eu acho que agora já sei o porque, eu ouvi bem quando mamãe disse ao papai: "É hoje o aborto". E papai respondeu: "Que bom! Hoje vamos nos ver livres desse problema!" Pudera eu ouvir o som de sua voz e não entender o significado de suas palavras. Como eu queria nascer, como eu queria te chamar de mãe, adormecer nos seus braços e ouvi-la cantar até que eu adormecesse. Mas não me deixaram sequer ter o direito de escolher. Eu quero viver, eu quero falar, eu quero pular, eu quero amar; por isso não me matem agora, nem nunca, eu quero viver! Sinto que cada vez mais é chegada a hora, como um espinho eu serei arrancado fora. Mamãe não me entendeu, e lá estava ela naquele consultório que mais parecia um açougue. E eu só de saber de sua atitude, dentro de seu ventre, eu já vou me encolhendo e morrendo pouco a pouco. Me lembro bem do médico, que com uma só mão me arrancou como um espinho de dentro daquela que pensei em chamar de mãe. Esse médico aborteiro, tinha um aspecto estrangeiro e um olhar frio de quem nunca tivera mãe. Pudera eu ter brotado em outro ventre, em outro jardim que não fosse o seu, mas quis Deus, sei lá porque, que eu brotasse somente em ti. Como eu queria nascer! Meu espírito permaneceu por muito tempo no local, observando a mediocridade humana. Tive que esperar algum tempo para voltar à Terra, para terminar a minha missão que foi interrompida estupidamente pela vontade dos homens. Durante esse tempo, observei a vida daquela que pensei chamar minha mãe e daquele que pensei chamar meu pai. Desde que eles me deixaram naquele açougue, Deus tirou-lhes o direito de serem pais. Hoje eu renasci e sou um lindo menino, robusto e alegre, e vocês nem imaginam a que família pertenço. Sou o filho daquele médico aborteiro. Como poderia imaginar que um dia eu voltaria e justamente teria que amar e respeitar, chamar de pai, um homem que um dia me matou. E pensar que de mim ele só terá orgulho! Como os desígnios de Deus são tão misteriosos, só Deus pode explicá-los.
